No chão da cozinha tem um alçapãoterça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
FAVELA JARDIM PANTANAL
A semana passada comecei a estagiar no CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo), e a primeira favela que fui visitar foi a do Jardim Pantanal(zona leste), onde possui uma população de +ou- 40.000 habitantes. Foi feito um lindo trabalho lá !!!!!
Construído às margens do Rio Tietê, o Jardim Pantanal freqüentava os noticiários todos os verões, quando as chuvas castigavam o bairro obrigando seus moradores a usarem barcos para transitarem pelas ruas durante as enchentes.
A partir de 2002, um programa de drenagem e reurbanização do governo estadual solucionou os principais problemas de escoamento e removeu 3 mil famílias de áreas críticas para conjuntos habitacionais dentro do bairro.
DEPOIS
DEPOIS
ANTES
DEPOIS

ANTES
Vistas de longe, as casas amontoadas, feitas de blocos e sem reboco, formam um cenário cinzento e sem charme que São Paulo aprendeu a chamar de favelas. São bairros que cresceram de forma improvisada e irregular, mas que nos últimos anos estão sendo urbanizados e legalizados.
DEPOIS
Atento ao problema,casas do Jardim Pantanal ganharam nova cara, sob a assinatura do arquiteto e urbanista Ruy Ohtake. Mais do que o simples embelezamento das casas, Ohtake defende que todo o processo de pintura ajuda na mobilização dos moradores, que participam das escolhas das cores e podem assumir a defesa do bairro contra a depredação.
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Construído às margens do Rio Tietê, o Jardim Pantanal freqüentava os noticiários todos os verões, quando as chuvas castigavam o bairro obrigando seus moradores a usarem barcos para transitarem pelas ruas durante as enchentes.
A partir de 2002, um programa de drenagem e reurbanização do governo estadual solucionou os principais problemas de escoamento e removeu 3 mil famílias de áreas críticas para conjuntos habitacionais dentro do bairro.
DEPOIS
ANTES
DEPOIS
ANTES
Vistas de longe, as casas amontoadas, feitas de blocos e sem reboco, formam um cenário cinzento e sem charme que São Paulo aprendeu a chamar de favelas. São bairros que cresceram de forma improvisada e irregular, mas que nos últimos anos estão sendo urbanizados e legalizados.
DEPOISAtento ao problema,casas do Jardim Pantanal ganharam nova cara, sob a assinatura do arquiteto e urbanista Ruy Ohtake. Mais do que o simples embelezamento das casas, Ohtake defende que todo o processo de pintura ajuda na mobilização dos moradores, que participam das escolhas das cores e podem assumir a defesa do bairro contra a depredação.
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
GRADES VIRAM SUPORTES PARA PLANTAS
domingo, 4 de julho de 2010
Não tem tapete? Vá de pintura
domingo, 27 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Poltrona com revestimento de bola de futebol
Já que estamos em época de copa do mundo.....que tal uma poltrona feita de bolas de futebol???
Uma poltrona revestida do material do qual se fazem bolas de futebol. Foi a criação do designer italiano Davide Di Benedetto para a Diadora. A peça é personalizável, podendo ser forrada com tecido de bola de cores diversas. Por causa disso, o preço também é variável e depende das exigências do cliente.
Uma poltrona revestida do material do qual se fazem bolas de futebol. Foi a criação do designer italiano Davide Di Benedetto para a Diadora. A peça é personalizável, podendo ser forrada com tecido de bola de cores diversas. Por causa disso, o preço também é variável e depende das exigências do cliente.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
38 m² bem distribuídos neste apartamento
Passados dez anos desde que se mudou de Campinas para São Paulo a fim de cursar engenharia, Alexandre viveu muitas mudanças. Por isso, o apartamento de 38 m² comprado pelo pai para lhe servir de moradia já não combinava com seu momento de vida. “De estudante a executivo que viaja muito, ele agora precisa de um apartamento prático”, diz o designer de interiores Marcel Steiner, contratado para renovar o imóvel. Da primeira ideia, que envolvia apenas a troca dos móveis, logo Alexandre foi convencido a derrubar algumas paredes para fazer o espaço render. A outra providência foi eliminar parte da parede do quarto, que agora se integra à área social e lhe confere ares de loft contemporâneo.
Alexandre adora ler na varanda. Para torná-la mais agradável, Marcel colocou decks prontos (50 x 50 cm, Leroy Merlin), e o morador escolheu os vasos de plantas. Na parede da sala, cinza (Suvinil, ref. E154).
Para que a cama tivesse uma superfície de apoio, Marcel derrubou apenas parte da parede que dividia o quarto da sala (veja a planta). O tom grafite-escuro (Suvinil, ref. P154) reforça o ar masculino.
Alexandre viaja muito a trabalho, por isso, quando está em casa, curte seu hobby preferido, que é cozinhar. Assim, investiu em móveis planejados novos (Favo) e equipamentos sofisticados.
Marcel sugeriu um piso único para os ambientes integrados. Os materiais existentes foram substituídos por tacão de cumaru (IndusParquet) – mantido com sabão neutro e pano úmido até na cozinha.
A obra envolveu a derrubada de algumas paredes para tornar a circulação mais fluida, uma vez que o apartamento era compartimentado em sala, quarto, cozinha e banheiro. Agora, somente o banheiro fica isolado. A cozinha avançou cerca de 1 m sobre a área de serviço com a retirada de uma parede e do tanque. Uma porta de correr de vidro separa o ambiente da máquina de lavar e secar.
Alexandre adora ler na varanda. Para torná-la mais agradável, Marcel colocou decks prontos (50 x 50 cm, Leroy Merlin), e o morador escolheu os vasos de plantas. Na parede da sala, cinza (Suvinil, ref. E154).
Para que a cama tivesse uma superfície de apoio, Marcel derrubou apenas parte da parede que dividia o quarto da sala (veja a planta). O tom grafite-escuro (Suvinil, ref. P154) reforça o ar masculino.
Alexandre viaja muito a trabalho, por isso, quando está em casa, curte seu hobby preferido, que é cozinhar. Assim, investiu em móveis planejados novos (Favo) e equipamentos sofisticados.
Marcel sugeriu um piso único para os ambientes integrados. Os materiais existentes foram substituídos por tacão de cumaru (IndusParquet) – mantido com sabão neutro e pano úmido até na cozinha.
A obra envolveu a derrubada de algumas paredes para tornar a circulação mais fluida, uma vez que o apartamento era compartimentado em sala, quarto, cozinha e banheiro. Agora, somente o banheiro fica isolado. A cozinha avançou cerca de 1 m sobre a área de serviço com a retirada de uma parede e do tanque. Uma porta de correr de vidro separa o ambiente da máquina de lavar e secar.terça-feira, 8 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
CASA FOLHA
Projetada pelos arquitetos Ivo Mareines e Rafael Patalano, a casa foi inspirada na arquitetura indígena brasileira, fruto de climas quentes e úmidos, como o próprio local onde foi construída: Angra dos Reis.
“Nós entendemos a casa de praia como um meio de melhorar e tornar mais agradável a interação do homem com a natureza. Nunca separá-los totalmente” explicam os autores.
“O uso desses materiais (ardósia, madeira e bambu) aliados ao vidro e ao cobre patinado, que adquire um tom esverdeado e tem vida útil longa, ampliou a sensação de que a casa, nova em folha, parece estar ali desde sempre, em total harmonia com a natureza exuberante de Angra. Dando a idéia de pertencer ao lugar”

“Nós entendemos a casa de praia como um meio de melhorar e tornar mais agradável a interação do homem com a natureza. Nunca separá-los totalmente” explicam os autores.
“O uso desses materiais (ardósia, madeira e bambu) aliados ao vidro e ao cobre patinado, que adquire um tom esverdeado e tem vida útil longa, ampliou a sensação de que a casa, nova em folha, parece estar ali desde sempre, em total harmonia com a natureza exuberante de Angra. Dando a idéia de pertencer ao lugar”

quarta-feira, 19 de maio de 2010
AZULEJOS NA BANCADA
segunda-feira, 17 de maio de 2010
ARTE NO BANHEIRO
Muito diferente essa pia criada pelo designer Johan Kauppi e o arquiteto Lars Sundström, ambos suecos.
Chama-se Abisko e foi inspirada nas cascatas do Parque Nacional sueco de mesmo nome.
Esculpida em uma única peça de mármore, representa a fluidez e tranquilidade que se vê em córregos e rios da região, garantindo um visual que lembra a natureza.
Seus 72 kg não são percebidos, graças ao seu design com linhas delicadas, sustentados por somente 4 pontos de fixação e nenhum cano ou ralo aparentes.
É preciso um espaço grande no banheiro, mas que vai virar o centro das atenções, vai!

Chama-se Abisko e foi inspirada nas cascatas do Parque Nacional sueco de mesmo nome.
Esculpida em uma única peça de mármore, representa a fluidez e tranquilidade que se vê em córregos e rios da região, garantindo um visual que lembra a natureza.
Seus 72 kg não são percebidos, graças ao seu design com linhas delicadas, sustentados por somente 4 pontos de fixação e nenhum cano ou ralo aparentes.
É preciso um espaço grande no banheiro, mas que vai virar o centro das atenções, vai!

quinta-feira, 13 de maio de 2010
PAREDE DE REVISTAS
Algumas pessoas têm mania de fazer coleção de tudo, desde tampinha de garrafa a conchas do mar. Mas chega um momento em que é necessário deixar a energia fluir e se desfazer dessas quinquilharias. Mas o que fazer com estes objetos que já foram tão queridos? Se forem revistas – muitas delas –, aqui vai uma ideia do escritório de arquitetura sueco Elding Oscarson. Em um de seus projetos, uma agência de design gráfico em Estocolmo, foi criada uma parede cheia de revistas. O interessante é que o foco está na lombada e no calhamaço de folhas, dando um efeito de edições empilhadas. Abaixo, alguns ângulos do ambiente.CASA COR SANTA CATARINA
Container Loft. Os arquitetos Lívia Ferraro e Lair Schweig inovaram para criar o loft do arquiteto: o ambiente de 47 m2 foi montado dentro de dois contêineres. O quarto, o banheiro e a varanda ficam no contêiner de cima. A sala, a cozinha e a lavanderia estão no contêiner inferior. Para unir os dois espaços, uma escada foi montada na parte interna do loft. Os arquitetos também inovaram nas ideias de reutilização de itens de casa: as garrafas de vinho viraram pendentes e as xícaras, colocadas de ponta cabeça, iluminam a cuba da cozinha americana. O loft também foi criado com uma preocupação com a temperatura. Na parte externa, os contêineres receberam uma pintura térmica que impede que a edificação receba calor. Internamente, as paredes foram recheadas com lã de vidro, que deixa o ambiente estável também no inverno.
Recepção e Bilheteria. Inspirados pelos lobbys de hotéis clássicos que passaram pelo retrofit (modernização de um ambiente ultrapassado), o arquiteto Américo Hara e as designers de interiores Betina Gomes e Flávia Becker criaram o espaço contemporâneo de recepção da Casa Cor Santa Catarina. Uma poltrona colorida, uma listrada e a tela do artista plástico Luciano Martins – que serve de moldura para uma TV – dão o tom da descontração do ambiente. O piso é Eucafloor laminado e o tapete é de pele natural.
Lounge Comercial. O espaço destinado ao contato profissional foi criado pelos arquitetos Raony Rhomberg e Gustavo Neves e foi ocupado pelas empresas Koerich Imóveis e Puxare. A decoração do ambiente mistura objetos de artistas locais com esculturas de cavalos chineses. Para finalizar, os arquitetos cobriram os 122 m2 do espaço com um piso de madeira e o forro de palhas de taboa. Título Flickr: Lounge Comercial, na Casa Cor Santa Catarina 2010 Tags: decoração, casa, casa cor, arquitetura, design, santa Catarina, mostra, lounge, comercial, piso de madeira, forro, palhas de taboa
Varanda com Trapiche. Inspirada no clima de casas a beira mar, a Varanda Trapiche foi criada em composição com o Yacht Brasil pelas arquitetas Caroline Amorim de Souza, Daniela Bussolo Cubha e Diana Macari, pela decoradora Andrea Coelho e pelo paisagista Luis Paulo Vieira. As paredes do ambiente são de gesso acartonado com textura na cor grafite. A parede do fundo foi revestida de madeira. O piso é de porcelanato (90 x 90 cm) da Portobello. Para alegrar a decoração, os arquitetos usaram telas de dois pintores catarinenses: Mônica Barroso e Paulo Gouvêa.
Ateliê Têxtil. Os arquitetos Leonardo Caldart e Letícia Silva Caldart se inspiraram na artista Clara Fernandes, que faz trabalhos artesanais com tecidos, para criar o Ateliê Têxtil no módulo apartamento do Casal na Casa Cor Santa Catarina. Para compor o ambiente os profissionais ousaram nas cores e nos materiais, que incluem palha e linho. Os arquitetos usaram também tecidos sustentáveis, na decoração, com fios feitos a partir de garrafa PET.
Banheiro do Casal. Em apenas 7m 2, as arquitetas Adriana Rocha e Helen Cristine de Rezende criaram o banheiro do casal na área do Apartamento de Família na Casa Cor Santa Catarina. A ideia era criar um ambiente com ares de Spa. Os destaques são o uso de vidro e corian que dão harmonia e leveza à composição do ambiente com a madeira de demolição usada em uma das paredes. Com design arrojado, a banheira tem conceito free-standing, ou seja, ela foi produzida em uma única peça maciça.
Loft do Rapaz. Em 54 m2, a arquiteta Karin Heinzen criou um espaço moderno, tecnológico e confortável para um rapaz. No ambiente, cozinha, sala e quarto ficam integrados, privilegiando a circulação do loft. Para deixar a cozinha mais prática, as arquitetas optaram por revestir a bancada de corian – material que não absorve cheiros e não mancha. As telas são do homenageado do ambiente, o poeta e artista plástico Rodrigo Haro.
Loft da Moça. O romantismo e a delicadeza são as características mais marcantes neste loft inspirado pelo estilo provençal. Projetado pelas arquitetas Débora Costa da Silva e Deisi Priori Costa, o espaço é integrado e combina estruturas de gesso acartonado e vidro. O destaque do ambiente são as estampas florais que aparecem nas almofadas, nas cadeiras e até na bancada da cozinha.
Quarto da Mamãe. Para dar leveza ao ambiente, as arquitetas Vanessa Faller e Maíra Queiroz deixaram o berço suspenso no canto esquerdo do quarto da mamãe. A cama também foi colocada numa estrutura diferenciada com um vão embaixo. O charme do ambiente fica por conta do painel que remete a renda bilro e vai da cabeceira da cama até o teto. O painel de mdf com retalhos de tecido deixa o ambiente ainda mais feminino.quinta-feira, 6 de maio de 2010
MESA- LOUSA - ADOREI ESTA IDÉIA!!!
Designer lança linha de móveis que servem como lousa.
Paredes pintadas como lousas são comuns hoje em dia. Mas o que chega ao mercado para brincar com essa ideia é a mesa-lousa, parte da série Board Stories - uma coleção de mobiliário criada por uma empresa alemã. É possível escrever nela com qualquer cor de giz e usá-la para reuniões e até jantares. Desenhe seu porta-copos durante uma refeição só para dar um ar divertido à composição da mesa. Economize papel e anote sua mensagem no próprio móvel. Caso queira mudar, esponja e toalha de algodão, inclusas no kit que acompanha a peça, funcionam como apagadores que não danificam sua cobertura especial.
Giz e esponja, que serve como apagador, acompanham a compra
Paredes pintadas como lousas são comuns hoje em dia. Mas o que chega ao mercado para brincar com essa ideia é a mesa-lousa, parte da série Board Stories - uma coleção de mobiliário criada por uma empresa alemã. É possível escrever nela com qualquer cor de giz e usá-la para reuniões e até jantares. Desenhe seu porta-copos durante uma refeição só para dar um ar divertido à composição da mesa. Economize papel e anote sua mensagem no próprio móvel. Caso queira mudar, esponja e toalha de algodão, inclusas no kit que acompanha a peça, funcionam como apagadores que não danificam sua cobertura especial.
Mesa-lousa permite que se escreva em sua superfície com giz
Giz e esponja, que serve como apagador, acompanham a compra
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