É só retirar uma das grades, comprar uma chapa de mdf, pintar com a tinta para quadro negro e deitar sobre o estrado do berço. Depois pendurar os ganchinhos na outra lateral e ir organizando os materiais da criançada.
domingo, 4 de setembro de 2011
Transforme o berço em uma mesinha de atividades
Olá blogueiros!!!! Adorei está idéia do berço virar mesinha, muito útil!!!!Confiram abaixo:
É só retirar uma das grades, comprar uma chapa de mdf, pintar com a tinta para quadro negro e deitar sobre o estrado do berço. Depois pendurar os ganchinhos na outra lateral e ir organizando os materiais da criançada.
É só retirar uma das grades, comprar uma chapa de mdf, pintar com a tinta para quadro negro e deitar sobre o estrado do berço. Depois pendurar os ganchinhos na outra lateral e ir organizando os materiais da criançada.
sábado, 3 de setembro de 2011
FACHADA VIVA
Loja de estilista belga Ann Demeulemeester em Seul, na Coreia, tem paredes internas e externas cobertas por plantas.
Incorporar o máximo de natureza possível em uma construção. Esta foi a proposta do arquiteto Minsuk Cho, da Mass Studies, ao projetar a loja da estilista belga Ann Demeulemeester em Seul, na Coreia. Só de observar a fachada do prédio de três andares, dá para concluir que o objetivo foi atingido. Todas as paredes externas e algumas das internas, como as que ladeiam a escada, foram totalmente revestidas com plantas vivas. O arquiteto também se preocupou em reforçar a relação entre os ambientes. Os formatos das amplas janelas são prova disso. Além de permitirem iluminação e ventilação naturais intensas, as diversas formas geométricas dialogam com a fachada do prédio.
A fachada do prédio, que tem três andares
Incorporar o máximo de natureza possível em uma construção. Esta foi a proposta do arquiteto Minsuk Cho, da Mass Studies, ao projetar a loja da estilista belga Ann Demeulemeester em Seul, na Coreia. Só de observar a fachada do prédio de três andares, dá para concluir que o objetivo foi atingido. Todas as paredes externas e algumas das internas, como as que ladeiam a escada, foram totalmente revestidas com plantas vivas. O arquiteto também se preocupou em reforçar a relação entre os ambientes. Os formatos das amplas janelas são prova disso. Além de permitirem iluminação e ventilação naturais intensas, as diversas formas geométricas dialogam com a fachada do prédio.
A fachada do prédio, que tem três andares
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
NOVIDADES!!!!
sábado, 30 de julho de 2011
Maneiras de aproveitar os cantinhos embaixo da escada!!!!!
Embaixo da escada pode haver lavabo, adega, canto de trabalho ou qualquer espaço útil. Se a altura disponível ultrapassar os 2 m, dê asas à imaginação! “Caso seja inferior, é recomendável adotar apenas prateleiras ou armarinhos, a fim de evitar cabeçadas”, afirma a arquiteta Flávia Portela. E não exagere na ambientação: “A escada tem força arquitetônica por si só, então o bom resultado pede que a composição expresse leveza”, ensina a arquiteta Mariana Cecchini.
Texto Roberta Akan
Reportagem Visual Tatiana Guardian e Verônica Naka (assistente)
Fotos Marcos Lima
Durou pouco a ideia de transformar a área aberta para a sala em armário: "Preferi montar meu canto de trabalho em casa. Aqui pesquiso em revistas e livros e faço minhas colagens", conta a decoradora Luciana Colesanti. Na parede, apenas as molduras pesadas estão em pregos, a exemplo do espelho e das fotografias - como a que mostra a avó de Luciana vestida de noiva. "Primeiro organizo as peças no chão, para só aí furar onde for preciso", ensina. Depois vêm postais, desenhos, uma folha seca... Todos com fita adesiva. Resgatada do lixo, a cadeira de plástico recebeu tinta spray Suvinil, linha Multiuso. Para recuperar a mesa antiga, a decoradora paulistana lixou o móvel e passou tinta acrílica semibrilho
Um módulo de chão e outro suspenso brincam com a volumetria sob os degraus vazados, protegidos pelo guarda-corpo de inox e vidro. A arquiteta paulistana Flávia Portela criou ainda o armarinho espelhado que esconde o quadro de luz e organiza chaves. "A parte inferior é somente decorativa." O rasgo vertical na parede (15 x 15 x 90 cm) virou luminária, com lâmpada dicroica embutida.
Ele era essencial no sobrado com um só banheiro. E por que não sob a escada? "Aquele canto era um depósito de entulho!", conta a moradora, Cláudia D’Orey. Como na porção central da área de 0,90 x 1,50 m o pé-direito mede 1,77 m no mínimo, não se bate a cabeça nos degraus. Para prolongar a rede de água e esgoto, Cláudia contou com as dicas de dois amigos arquitetos. O branco predomina a fim de trazer claridade. Está na pintura e nas louças compactas (a pia tem apenas 43 x 23,5 cm!). A exceção fica com o piso, um porcelanato que imita madeira. Quatro furinhos no verso da escada e da porta permitem um mínimo de ventilação.
"Seria desperdício não usar esta área", diz a arquiteta paulistana Mariana Cecchini sobre o vão de 0,75 m de profundidade e 1,40 m de largura máxima. Como precisava de lugar para os livros do morador, Mariana desenhou um móvel adequado (1,30 x 0,75 x 0,45 m). A arquiteta deixou a base branca, valorizando-a com lambris na parede lateral. E, na superfície do fundo, usou um tom de mostarda (ref. 20yy51306, da Coral). Para acentuar as linhas geométricas, destacou os degraus com tábuas de cumaru. A ausência de guarda-corpo atenua a robustez da escada - mas põe em risco a segurança. Por isso, opte por um balaústre discreto caso deseje uma solução parecida.
Uma profusão de espelhos variados enfeita a parede. Para completar o conjunto, há duas cadeiras e um descolado criado-mudo com uma luz de leitura. Detalhe original, o verso de cada degrau exibe uma esculturinha de arame feita pela designer Ana Moraes. Entre as palavras moldadas no metal, aparecem "amor" e "relax". A ambientação acolhedora fica na loja paulistana Coisas da Doris, instalada em um sobrado de vila, mas poderia estar em qualquer casa.
Texto Roberta Akan
Reportagem Visual Tatiana Guardian e Verônica Naka (assistente)
Fotos Marcos Lima
Durou pouco a ideia de transformar a área aberta para a sala em armário: "Preferi montar meu canto de trabalho em casa. Aqui pesquiso em revistas e livros e faço minhas colagens", conta a decoradora Luciana Colesanti. Na parede, apenas as molduras pesadas estão em pregos, a exemplo do espelho e das fotografias - como a que mostra a avó de Luciana vestida de noiva. "Primeiro organizo as peças no chão, para só aí furar onde for preciso", ensina. Depois vêm postais, desenhos, uma folha seca... Todos com fita adesiva. Resgatada do lixo, a cadeira de plástico recebeu tinta spray Suvinil, linha Multiuso. Para recuperar a mesa antiga, a decoradora paulistana lixou o móvel e passou tinta acrílica semibrilho
Um módulo de chão e outro suspenso brincam com a volumetria sob os degraus vazados, protegidos pelo guarda-corpo de inox e vidro. A arquiteta paulistana Flávia Portela criou ainda o armarinho espelhado que esconde o quadro de luz e organiza chaves. "A parte inferior é somente decorativa." O rasgo vertical na parede (15 x 15 x 90 cm) virou luminária, com lâmpada dicroica embutida.
Ele era essencial no sobrado com um só banheiro. E por que não sob a escada? "Aquele canto era um depósito de entulho!", conta a moradora, Cláudia D’Orey. Como na porção central da área de 0,90 x 1,50 m o pé-direito mede 1,77 m no mínimo, não se bate a cabeça nos degraus. Para prolongar a rede de água e esgoto, Cláudia contou com as dicas de dois amigos arquitetos. O branco predomina a fim de trazer claridade. Está na pintura e nas louças compactas (a pia tem apenas 43 x 23,5 cm!). A exceção fica com o piso, um porcelanato que imita madeira. Quatro furinhos no verso da escada e da porta permitem um mínimo de ventilação.
"Seria desperdício não usar esta área", diz a arquiteta paulistana Mariana Cecchini sobre o vão de 0,75 m de profundidade e 1,40 m de largura máxima. Como precisava de lugar para os livros do morador, Mariana desenhou um móvel adequado (1,30 x 0,75 x 0,45 m). A arquiteta deixou a base branca, valorizando-a com lambris na parede lateral. E, na superfície do fundo, usou um tom de mostarda (ref. 20yy51306, da Coral). Para acentuar as linhas geométricas, destacou os degraus com tábuas de cumaru. A ausência de guarda-corpo atenua a robustez da escada - mas põe em risco a segurança. Por isso, opte por um balaústre discreto caso deseje uma solução parecida.
Uma profusão de espelhos variados enfeita a parede. Para completar o conjunto, há duas cadeiras e um descolado criado-mudo com uma luz de leitura. Detalhe original, o verso de cada degrau exibe uma esculturinha de arame feita pela designer Ana Moraes. Entre as palavras moldadas no metal, aparecem "amor" e "relax". A ambientação acolhedora fica na loja paulistana Coisas da Doris, instalada em um sobrado de vila, mas poderia estar em qualquer casa.quinta-feira, 30 de junho de 2011
Casa Projetada pelo Arq. Edurado Almeida
Uma caixa elevada do solo. É assim que o arquiteto Eduardo de Almeida define o projeto que concebeu para a residência de seu filho, na zona oeste de São Paulo. Localizada no bairro Butantã City , ela responde a limitações construtivas mais restritivas do que a legislação municipal, o que motivou a adoção do partido de bloco único , centralizado. Extremamente simétrica , a casa é caracterizada pela singela linguagem de pavilhão.
Vista da fachada posterior. As extremidades longitudinais da edificação concentram as principais aberturas
Vista em direção da entrada principal. A transição entre acabamentos e alturas sinaliza os setores do programa
O vazio central integra visualmente o estar, no térreo, ao acesso dos dormitórios, no andar superior, e enfatiza a longitudinalidade da edificação
Vista da fachada posterior. As extremidades longitudinais da edificação concentram as principais aberturas
Vista em direção da entrada principal. A transição entre acabamentos e alturas sinaliza os setores do programa
O vazio central integra visualmente o estar, no térreo, ao acesso dos dormitórios, no andar superior, e enfatiza a longitudinalidade da edificaçãosábado, 25 de junho de 2011
REQUINTE AUSTERO NA CASA POJETADA POR RUY OHTAKE
Dois sinais evidentes de que esa é uma casa projetada por Ruy Ohtake, destacam-se dois, de natureza formal: a dupla curvatura - em corte e em vista - das vigas frontais de concreto e o desenho orgânico, no qual figuras coloridas e coplanares ornamentam as aberturas da edificação monolítica.
O desenho ondulado da fachada de concreto sinalizam a descontração típica da obra de Ohtake.
A residência está implantada no alto do terreno em aclive.
O partido monolítico da implantação é contrabalançado pela generosidade da área externa de lazer.
As vigas onduladas da fachada delimitam verticalmente os terraços social, no térreo, e privativo, no andar superior.
O desenho ondulado da fachada de concreto sinalizam a descontração típica da obra de Ohtake.domingo, 5 de junho de 2011
Sala criada por Marcelo Rosenbaum. Muita criatividade com economia!!!
E se usássemos um pufe como mesa de centro?", perguntou Marcelo. Em seguida, veio a sugestão de cobrir a peça com uma bandeira da Inglaterra estilizada. Ideia aprovada, surgiu um móvel exclusivo. Viu como é fácil? Na capa do pufe, no sofá e em paredes, o cinza traz neutralidade. "Essa cor tem um ar atual", justifica Adriana. Detalhes em cor-de-rosa adoçam e completam o conjunto. A espada-de-são-jorge, uma das plantas preferidas de Marcelo, veio para alegrar o canto da TV.
Em vez de um único papel de parede, o designer elegeu três estampas, alternadas em faixas de 50 cm (a largura do rolo). "Ficou harmônico porque usamos grafismos da mesma família e cor", diz Adriana. "Disfarçamos o batente da porta pintando-o de um tom semelhante", acrescenta Ana Galli, arquiteta do escritório. O verde do revestimento foi o ponto de partida para a definição da paleta de cores. Em versões mais vibrantes, o matiz comparece em acessórios e móveis, como nas cadeiras do jantar.
Fixe os módulos juntinhos, deixe-os mais soltos ou brinque com o contraste entre as duas ideias", ensina Adriana. Preencha os vãos de acordo com o seu gosto: vale mesclar livros, bebidas, coleções de artesanato, objetos vintage, quadros, esculturas e até toy art. Invista em detalhes: os guardanapos de pano (Artmix, R$ 11 cada) fazem bonito em anéis de resina (Camicado, R$ 49,90 quatro peças).
Batizado de Winblok, o sistema de blocos de concreto pré-moldado e vidro tem função estrutural, ou seja, permite a execução de paredes inteiras. Da Wincret, cada bloco de 60 x 15 x 60 cm* custa R$ 149,48 (vidro fixo) ou R$ 305,02 (esquadria). O assentamento das peças pede mão de obra especializada (Jeová F. Rodrigues, R$ 80 o m²). A espada-de-são-jorge, uma das plantas preferidas de Marcelo, veio para alegrar o canto da TV.
Baseada na planta típica de sobrados geminados, esta sala conta com uma parede sem aberturas aproveitada em sua totalidade pela estante modular (1). Para liberar a circulação entre a porta de entrada (2) e a abertura da cozinha (3), a solução foi encostar todos os móveis na lateral envidraçada, que faz divisa com o corredor externo. sábado, 14 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
DESPENSA PARA SER NOTADA
Armário antigo, cantinho na cozinha, espaço extra na área de serviço. A despensa se reinventa, acumula funções – louceiro, uma delas – e quer ser notada
Texto Mariana Mello Moraes Repórter de imagem Henrique Morais Fotos Marco Antonio
Mineiro polivalente
O armário rústico de peroba-rosa de 2,10 x 1 m já subiu e desceu escadas, aguentou desaforo de duas mudanças e nem por isso dá sinais de cansaço. No passado, serviu como guarda--roupa de Lucca, o filho mais velho do casal de produtores Nicole Moralli e Bruno Knor. Hoje, com o fundo pintado de preto e algumas adaptações, é despensa na cozinha de um moderno apartamento na zona oeste de São Paulo. Na parte superior da porta, um trinco controla o acesso das crianças às guloseimas.
Quem abre os gavetões da parte de baixo do armário encontra mantimentos, roupas de mesa e travessas.
Ganchinhos, vendidos em lojas de ferragens, acomodam xícaras e canecas, abrindo espaço no armário.
Luxo necessário
O papel de parede pode parecer um mero capricho decorativo. Mas não é. O adereço foi pensado também para preservar as paredes internas da despensa, sujeitas a raspões e arranhões no tira e põe diário de louças e afins. “Além de deixar a despensa mais bonita, o papel de parede é fácil de limpar. Uma opção a ele é a pintura com tinta lavável”, diz a arquiteta Flávia Gerab, mãe do projeto. As taças azuis são da Artemix. Sousplats Roberto Simões e cesto de palha do Empório das Flores.
Upgrade no ex-armário
Com 2,10 m de largura e 1,35 m de profundidade, esta despensa não nasceu bonita assim. Até outro dia, era um modesto armarinho para vassouras. Com a bênção de uma equipe de engenharia, a proprietária Priscila Andrade autorizou as marretadas e fez-se esta confortável área para armazenar produtos não perecíveis. As prateleiras em “L” – com aproximados 40 cm entre cada prancha – acomodam as compras da casa. “Odeio ir ao supermercado toda hora. Então optei por fazer apenas uma compra mensal e armazenar tudo”, diz Priscila. A porta de vidro jateado foi outra decisão acertada: confere privacidade ao lado de dentro sem comprometer a leveza do ambiente.
Os módulos acompanham o pé-direito do ambiente. Verticalizados,
proporcionam aproveitamento total do espaço
Dois armários de 1,40 m de largura por 60 cm de profundidade resolveram a vida do médico pernambucano Ítalo Medeiros. De alimentos a roupas recém-saídas do varal, tudo tem seu lugar. O móvel cumpre o papel não apenas de despensa, como também de organizador da área de serviço. Arrancam suspiros dos visitantes os círculos vazados nas portas. Ideia do proprietário, que reprovou a primeira versão entregue pela marcenaria: “Vieram com poucos buracos. Devolvi e mandei fazer mais”. E não é que na pressa do dia a dia as aberturas servem de puxadores?
A sete chaves
As prateleiras de granito vinham fazendo um bom trabalho. Mas faltava alguma coisa à despensa da empresária Silvia Percussi. Uma certeza ela já tinha: manter o espaço aberto para curtir suas louças, eletrodomésticos e também para controlar a lista de compras. “Gosto de saber se algo está sobrando ou faltando”, diz Silvia. Fã de peças antigas, ela garimpou em uma loja de material de demolição este classudo portão de ferro. Pintado de grafite, ele pediu simplesmente uma adaptação na alvenaria, onde foi encaixado.
Texto Mariana Mello Moraes Repórter de imagem Henrique Morais Fotos Marco Antonio
Mineiro polivalenteO armário rústico de peroba-rosa de 2,10 x 1 m já subiu e desceu escadas, aguentou desaforo de duas mudanças e nem por isso dá sinais de cansaço. No passado, serviu como guarda--roupa de Lucca, o filho mais velho do casal de produtores Nicole Moralli e Bruno Knor. Hoje, com o fundo pintado de preto e algumas adaptações, é despensa na cozinha de um moderno apartamento na zona oeste de São Paulo. Na parte superior da porta, um trinco controla o acesso das crianças às guloseimas.
Quem abre os gavetões da parte de baixo do armário encontra mantimentos, roupas de mesa e travessas.
Ganchinhos, vendidos em lojas de ferragens, acomodam xícaras e canecas, abrindo espaço no armário.
Luxo necessárioO papel de parede pode parecer um mero capricho decorativo. Mas não é. O adereço foi pensado também para preservar as paredes internas da despensa, sujeitas a raspões e arranhões no tira e põe diário de louças e afins. “Além de deixar a despensa mais bonita, o papel de parede é fácil de limpar. Uma opção a ele é a pintura com tinta lavável”, diz a arquiteta Flávia Gerab, mãe do projeto. As taças azuis são da Artemix. Sousplats Roberto Simões e cesto de palha do Empório das Flores.
Upgrade no ex-armárioCom 2,10 m de largura e 1,35 m de profundidade, esta despensa não nasceu bonita assim. Até outro dia, era um modesto armarinho para vassouras. Com a bênção de uma equipe de engenharia, a proprietária Priscila Andrade autorizou as marretadas e fez-se esta confortável área para armazenar produtos não perecíveis. As prateleiras em “L” – com aproximados 40 cm entre cada prancha – acomodam as compras da casa. “Odeio ir ao supermercado toda hora. Então optei por fazer apenas uma compra mensal e armazenar tudo”, diz Priscila. A porta de vidro jateado foi outra decisão acertada: confere privacidade ao lado de dentro sem comprometer a leveza do ambiente.
Os módulos acompanham o pé-direito do ambiente. Verticalizados,proporcionam aproveitamento total do espaço
Dois armários de 1,40 m de largura por 60 cm de profundidade resolveram a vida do médico pernambucano Ítalo Medeiros. De alimentos a roupas recém-saídas do varal, tudo tem seu lugar. O móvel cumpre o papel não apenas de despensa, como também de organizador da área de serviço. Arrancam suspiros dos visitantes os círculos vazados nas portas. Ideia do proprietário, que reprovou a primeira versão entregue pela marcenaria: “Vieram com poucos buracos. Devolvi e mandei fazer mais”. E não é que na pressa do dia a dia as aberturas servem de puxadores?
A sete chavesAs prateleiras de granito vinham fazendo um bom trabalho. Mas faltava alguma coisa à despensa da empresária Silvia Percussi. Uma certeza ela já tinha: manter o espaço aberto para curtir suas louças, eletrodomésticos e também para controlar a lista de compras. “Gosto de saber se algo está sobrando ou faltando”, diz Silvia. Fã de peças antigas, ela garimpou em uma loja de material de demolição este classudo portão de ferro. Pintado de grafite, ele pediu simplesmente uma adaptação na alvenaria, onde foi encaixado.
sábado, 2 de abril de 2011
JARDIM DENTRO DE CASA
Três bambus-mossô, plantados em aberturas no assoalho de madeira, chamam a atenção no meio do living nesta casa em São Paulo. As árvores esguias, que chegam até o teto do ambiente com pé-direito duplo, reforçam a proposta de integração total das áreas internas e externas no projeto do escritório Bernardes Jacobsen.
domingo, 27 de março de 2011
PISCINAS
Ter uma piscina em casa é tudo de bom. Refresque-se com as imagens!
Poderia ser uma piscina simples, mas ganhou diferenciação e movimento com as cascatas de alvenaria de alturas e tamanhos variados. Simples e eficaz.
Não há paredes entre a sala e a piscina. A porta de vidro basculante serve para barrar o frio na sala quando a raia não está em uso. A piscina tem revestimento de vidro encapsulado e a parede é de mosaico português irregular.
Ao entrar na casa, o jardim com plantas tropicais, espelho d’água e piscina pode ser visto pelo caixilho (com painéis de vidro fixos) que ocupa todo o vão da parede.
Um extenso deque de madeira tatajuba forma o pontilhão entre esta casa, no norte de Salvador, e a areia. A atração é a piscina, parcialmente coberta por uma pérgola de caibros de eucalipto.
Nesta casa em Ilhabela, litoral de São Paulo, a piscina foi ampliada com mais dois níveis e unificada pelo deque. Porjeto: Alex Hanazaki.
De um canto a outro, a piscina chega a ter 12 m de extensão e 1,60 m de profundidade. Revestida com pastilhas azuis de diferentes tons, nas medidas 5 x 5 cm, ainda conta com placas irregulares de pedras goiás brancas que formam a borda.
Poderia ser uma piscina simples, mas ganhou diferenciação e movimento com as cascatas de alvenaria de alturas e tamanhos variados. Simples e eficaz.
Não há paredes entre a sala e a piscina. A porta de vidro basculante serve para barrar o frio na sala quando a raia não está em uso. A piscina tem revestimento de vidro encapsulado e a parede é de mosaico português irregular.
Ao entrar na casa, o jardim com plantas tropicais, espelho d’água e piscina pode ser visto pelo caixilho (com painéis de vidro fixos) que ocupa todo o vão da parede.
Um extenso deque de madeira tatajuba forma o pontilhão entre esta casa, no norte de Salvador, e a areia. A atração é a piscina, parcialmente coberta por uma pérgola de caibros de eucalipto.
Nesta casa em Ilhabela, litoral de São Paulo, a piscina foi ampliada com mais dois níveis e unificada pelo deque. Porjeto: Alex Hanazaki.
De um canto a outro, a piscina chega a ter 12 m de extensão e 1,60 m de profundidade. Revestida com pastilhas azuis de diferentes tons, nas medidas 5 x 5 cm, ainda conta com placas irregulares de pedras goiás brancas que formam a borda.sábado, 19 de março de 2011
COBOGÓS
Batizada com o nome de cobogó, resultado da soma das iniciais do sobrenome dos inventores (Coimbra, Boeckmann e Góis), a peça começou a ser produzida com cimento.
Arquitetos fazem releituras contemporâneas dos cobogós.
Por Deborah Apsan, Juliana Sidsamer e Lucila Vigneron Villaça
Fotos: Eduardo Pozella (cobogós) e Victor Affaro
As tramas vazadas de madeira, chamadas de muxarabiês pela arquitetura moura, levaram três engenheiros brasileiros a criar uma peça com a função semelhante de dar privacidade ao interior das casas, sem comprometer a luminosidade nem a visão do mundo exterior.
A trama da palhinha sempre atraiu o arquiteto Cícero Ferraz da Cruz, da Brasil Arquitetura, que decidiu transpô-la para o cobogó, unindo dois elementos bem brasileiros. Fabricadas pela Neo-Rex, as peças de cimentformam um painel na Marcenaria Baraúna, em São Paulo.
Com a arquitetura inspirada nos anos 50, a Lanchonete da Cidade, em São Paulo, exibe um amplo painel de cobogós na fachada.
Com a arquitetura inspirada nos anos 50, a Lanchonete da Cidade, em São Paulo, exibe um amplo painel de cobogós na fachada.
A classe do preto está presente na copa da loja Dbox, na capital paulista. O arquiteto Felipe Protti instalou ali uma divisória de cobogós pretos, feitos sob encomenda pela Cerâmica Madri.
Arquitetos fazem releituras contemporâneas dos cobogós.
Por Deborah Apsan, Juliana Sidsamer e Lucila Vigneron Villaça
Fotos: Eduardo Pozella (cobogós) e Victor Affaro
As tramas vazadas de madeira, chamadas de muxarabiês pela arquitetura moura, levaram três engenheiros brasileiros a criar uma peça com a função semelhante de dar privacidade ao interior das casas, sem comprometer a luminosidade nem a visão do mundo exterior.
A trama da palhinha sempre atraiu o arquiteto Cícero Ferraz da Cruz, da Brasil Arquitetura, que decidiu transpô-la para o cobogó, unindo dois elementos bem brasileiros. Fabricadas pela Neo-Rex, as peças de cimentformam um painel na Marcenaria Baraúna, em São Paulo.
Com a arquitetura inspirada nos anos 50, a Lanchonete da Cidade, em São Paulo, exibe um amplo painel de cobogós na fachada.
Com a arquitetura inspirada nos anos 50, a Lanchonete da Cidade, em São Paulo, exibe um amplo painel de cobogós na fachada.
A classe do preto está presente na copa da loja Dbox, na capital paulista. O arquiteto Felipe Protti instalou ali uma divisória de cobogós pretos, feitos sob encomenda pela Cerâmica Madri.A versatilidade na aplicação também ajuda a difundir o cobogó, uma vez que ele pode vedar uma fachada inteira ou um pequeno vão na parede, e sua instalação é relativamente simples. Mas requer cuidados: “Como o elemento vazado é mais frágil que o tijolo, deve ser assentada uma fiada de cada vez, com intervalo para secagem. É aconselhável colocar uma barra de metal a cada duas fileiras para estruturar o painel”, ensina Fernando Teixeira da Silva, da São Francisco Pré-Moldados, de São Paulo. A argamassa para assentamento é comum, e recomenda-se uma junta de cerca de 3 cm entre as peças para melhor sustentação.
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