LINDAS CAIXAS DE MADEIRA REVESTIDAS DE TECIDO. ENCOMENDE A SUA!!!!!
Durou pouco a ideia de transformar a área aberta para a sala em armário: "Preferi montar meu canto de trabalho em casa. Aqui pesquiso em revistas e livros e faço minhas colagens", conta a decoradora Luciana Colesanti. Na parede, apenas as molduras pesadas estão em pregos, a exemplo do espelho e das fotografias - como a que mostra a avó de Luciana vestida de noiva. "Primeiro organizo as peças no chão, para só aí furar onde for preciso", ensina. Depois vêm postais, desenhos, uma folha seca... Todos com fita adesiva. Resgatada do lixo, a cadeira de plástico recebeu tinta spray Suvinil, linha Multiuso. Para recuperar a mesa antiga, a decoradora paulistana lixou o móvel e passou tinta acrílica semibrilho
Um módulo de chão e outro suspenso brincam com a volumetria sob os degraus vazados, protegidos pelo guarda-corpo de inox e vidro. A arquiteta paulistana Flávia Portela criou ainda o armarinho espelhado que esconde o quadro de luz e organiza chaves. "A parte inferior é somente decorativa." O rasgo vertical na parede (15 x 15 x 90 cm) virou luminária, com lâmpada dicroica embutida.
Ele era essencial no sobrado com um só banheiro. E por que não sob a escada? "Aquele canto era um depósito de entulho!", conta a moradora, Cláudia D’Orey. Como na porção central da área de 0,90 x 1,50 m o pé-direito mede 1,77 m no mínimo, não se bate a cabeça nos degraus. Para prolongar a rede de água e esgoto, Cláudia contou com as dicas de dois amigos arquitetos. O branco predomina a fim de trazer claridade. Está na pintura e nas louças compactas (a pia tem apenas 43 x 23,5 cm!). A exceção fica com o piso, um porcelanato que imita madeira. Quatro furinhos no verso da escada e da porta permitem um mínimo de ventilação.
"Seria desperdício não usar esta área", diz a arquiteta paulistana Mariana Cecchini sobre o vão de 0,75 m de profundidade e 1,40 m de largura máxima. Como precisava de lugar para os livros do morador, Mariana desenhou um móvel adequado (1,30 x 0,75 x 0,45 m). A arquiteta deixou a base branca, valorizando-a com lambris na parede lateral. E, na superfície do fundo, usou um tom de mostarda (ref. 20yy51306, da Coral). Para acentuar as linhas geométricas, destacou os degraus com tábuas de cumaru. A ausência de guarda-corpo atenua a robustez da escada - mas põe em risco a segurança. Por isso, opte por um balaústre discreto caso deseje uma solução parecida.
Uma profusão de espelhos variados enfeita a parede. Para completar o conjunto, há duas cadeiras e um descolado criado-mudo com uma luz de leitura. Detalhe original, o verso de cada degrau exibe uma esculturinha de arame feita pela designer Ana Moraes. Entre as palavras moldadas no metal, aparecem "amor" e "relax". A ambientação acolhedora fica na loja paulistana Coisas da Doris, instalada em um sobrado de vila, mas poderia estar em qualquer casa.
Vista da fachada posterior. As extremidades longitudinais da edificação concentram as principais aberturas
Vista em direção da entrada principal. A transição entre acabamentos e alturas sinaliza os setores do programa
O vazio central integra visualmente o estar, no térreo, ao acesso dos dormitórios, no andar superior, e enfatiza a longitudinalidade da edificação
A residência está implantada no alto do terreno em aclive.
O partido monolítico da implantação é contrabalançado pela generosidade da área externa de lazer.
As vigas onduladas da fachada delimitam verticalmente os terraços social, no térreo, e privativo, no andar superior.
O desenho ondulado da fachada de concreto sinalizam a descontração típica da obra de Ohtake.
E se usássemos um pufe como mesa de centro?", perguntou Marcelo. Em seguida, veio a sugestão de cobrir a peça com uma bandeira da Inglaterra estilizada. Ideia aprovada, surgiu um móvel exclusivo. Viu como é fácil? Na capa do pufe, no sofá e em paredes, o cinza traz neutralidade. "Essa cor tem um ar atual", justifica Adriana. Detalhes em cor-de-rosa adoçam e completam o conjunto. A espada-de-são-jorge, uma das plantas preferidas de Marcelo, veio para alegrar o canto da TV.
Em vez de um único papel de parede, o designer elegeu três estampas, alternadas em faixas de 50 cm (a largura do rolo). "Ficou harmônico porque usamos grafismos da mesma família e cor", diz Adriana. "Disfarçamos o batente da porta pintando-o de um tom semelhante", acrescenta Ana Galli, arquiteta do escritório. O verde do revestimento foi o ponto de partida para a definição da paleta de cores. Em versões mais vibrantes, o matiz comparece em acessórios e móveis, como nas cadeiras do jantar.
Fixe os módulos juntinhos, deixe-os mais soltos ou brinque com o contraste entre as duas ideias", ensina Adriana. Preencha os vãos de acordo com o seu gosto: vale mesclar livros, bebidas, coleções de artesanato, objetos vintage, quadros, esculturas e até toy art. Invista em detalhes: os guardanapos de pano (Artmix, R$ 11 cada) fazem bonito em anéis de resina (Camicado, R$ 49,90 quatro peças).
Batizado de Winblok, o sistema de blocos de concreto pré-moldado e vidro tem função estrutural, ou seja, permite a execução de paredes inteiras. Da Wincret, cada bloco de 60 x 15 x 60 cm* custa R$ 149,48 (vidro fixo) ou R$ 305,02 (esquadria). O assentamento das peças pede mão de obra especializada (Jeová F. Rodrigues, R$ 80 o m²). A espada-de-são-jorge, uma das plantas preferidas de Marcelo, veio para alegrar o canto da TV.
Baseada na planta típica de sobrados geminados, esta sala conta com uma parede sem aberturas aproveitada em sua totalidade pela estante modular (1). Para liberar a circulação entre a porta de entrada (2) e a abertura da cozinha (3), a solução foi encostar todos os móveis na lateral envidraçada, que faz divisa com o corredor externo.
Mineiro polivalente
Quem abre os gavetões da parte de baixo do armário encontra mantimentos, roupas de mesa e travessas.
Ganchinhos, vendidos em lojas de ferragens, acomodam xícaras e canecas, abrindo espaço no armário.
Luxo necessário
Upgrade no ex-armário
Os módulos acompanham o pé-direito do ambiente. Verticalizados,
A sete chaves
Poderia ser uma piscina simples, mas ganhou diferenciação e movimento com as cascatas de alvenaria de alturas e tamanhos variados. Simples e eficaz.
Não há paredes entre a sala e a piscina. A porta de vidro basculante serve para barrar o frio na sala quando a raia não está em uso. A piscina tem revestimento de vidro encapsulado e a parede é de mosaico português irregular.
Ao entrar na casa, o jardim com plantas tropicais, espelho d’água e piscina pode ser visto pelo caixilho (com painéis de vidro fixos) que ocupa todo o vão da parede.
Um extenso deque de madeira tatajuba forma o pontilhão entre esta casa, no norte de Salvador, e a areia. A atração é a piscina, parcialmente coberta por uma pérgola de caibros de eucalipto.
Nesta casa em Ilhabela, litoral de São Paulo, a piscina foi ampliada com mais dois níveis e unificada pelo deque. Porjeto: Alex Hanazaki.
De um canto a outro, a piscina chega a ter 12 m de extensão e 1,60 m de profundidade. Revestida com pastilhas azuis de diferentes tons, nas medidas 5 x 5 cm, ainda conta com placas irregulares de pedras goiás brancas que formam a borda.
A trama da palhinha sempre atraiu o arquiteto Cícero Ferraz da Cruz, da Brasil Arquitetura, que decidiu transpô-la para o cobogó, unindo dois elementos bem brasileiros. Fabricadas pela Neo-Rex, as peças de cimentformam um painel na Marcenaria Baraúna, em São Paulo.
Com a arquitetura inspirada nos anos 50, a Lanchonete da Cidade, em São Paulo, exibe um amplo painel de cobogós na fachada.
Com a arquitetura inspirada nos anos 50, a Lanchonete da Cidade, em São Paulo, exibe um amplo painel de cobogós na fachada.
A classe do preto está presente na copa da loja Dbox, na capital paulista. O arquiteto Felipe Protti instalou ali uma divisória de cobogós pretos, feitos sob encomenda pela Cerâmica Madri.
Peças modulares poderão ser usadas como prateleiras, balcões, camas, estantes, cômodas e criados-mudos.
Peças modulares poderão ser usadas como prateleiras, balcões, camas, estantes, cômodas e criados-mudos. (Foto: Divulgação )