quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Apartamento de 68 m² é reorganizado para um jovem solteiro

Paredes a menos e acabamentos criativos tornaram este apartamento paulistano espaçoso e descolado. A planta oferecida pela construtora continha três quartos e uma cozinha separada das outras áreas.
A compartimentação excessiva do apartamento em São Paulo ficou só no papel. “Para que tantos dormitórios se eu ia morar sozinho?”, pergunta o proprietário, que preferiu abrir tudo e dispor de mais espaço para receber os amigos. Coube à arquiteta Patrícia Salgado programar as mudanças antes de o edifício ser erguido: tanto as paredes quanto os revesti mentos padrão foram dispensados para facilitar a personalização. O lavabo, mantido no centro, é a única barreira entre os ambientes. “Ele separa as alas social e íntima”, explica Patrícia, que reforçou a integração ao revestir o piso inteiro com placas cimentícias. Da cozinha repleta de armários ao quarto com ofurô e closet, todos os lugares são bem aproveitados.

Cozinha elegante - ela não faz feio na hora de receber. Tem armários de MDF com acabamento texturizado (Bontempo) e no piso, placas de concreto Slim Basic (Solarium). A parede atrás da pia recebeu painel de inox (Mekal) na altura de 60 cm, o que a protege da água e de frituras. Área ventilada - o fogão funciona a gás e não existe janela na cozinha. Para manter o local arejado, ao lado da porta de correr de vidro há uma chapa perfurada de alumínio que dá para a lavanderia (Art Vidros).

Mais aconchego - atrás do sofá, encontra-se a parede do lavabo revestida de ripas de canela (Casulo). Entre ela e o forro, criou-se uma fresta de 15 cm iluminada por fluorescente. Percurso marcado - quatro balizadores de alumínio (Laboratório da Luz), a 30 cm do piso, sinalizam o caminho entre o quarto e a cozinha. Funcionam com lâmpadas halopin de 40 w e são instalados a cada 90 cm. Peça multiuso - para aproveitar melhor o espaço, o mesmo painel de MDF com pintura microtexturizada reúne o móvel de TV, um tampo de apoio ao bar e uma adega. Execução da Criare.

Lavabo inusitado - Patrícia bolou uma peça que faz as vezes de bancada e cuba. A chapa de vidro preto, com 3% de inclinação, manda a água para uma calha de alumínio que a leva até a tubulação de saída do esgoto. Fixado nas laterais de alvenaria com suportes metálicos, o vidro fica apoiado na meia-parede de drywall (Placo) que esconde a calha. Espelho iluminado - Ele recobre uma caixa de MDF, cujas extremidades embutem lâmpadas fluorescentes (que evidenciam a textura Limestone da Terracor). Para manter o equilíbrio visual, esse volume tem a mesma profundidade da parede inferior de drywall

Azul para relaxar - em vez de um sistema de iluminação mais complexo e caro, bastou encaixar um filtro azul nos spots embutidos no forro. “Esse disco colorido de cristal abre o facho luminoso e cria uma luz difusa”, explica o lighting designer Edson Gomes, do Laboratório da Luz. Banho oriental - o morador desejava ter um ofurô no quarto, mas não havia instalação hidráulica. Antes de optar pelo modelo pronto (Multiforma), Patrícia teve de estender a tubulação de água quente e fria até o local. Para esconder os canos, instalou o drywall sobre a parede de alvenaria e o revestiu de palha natural. O encanamento que leva a água até o esgoto está entre a laje do piso e o forro de gesso do apartamento de baixo. “Antes de pensar em quebrar o teto do imóvel vizinho, é importante consultá-lo com antecedência”, alerta o morador. Obra executada pela VOS Construções

Separação sutil - revestida de um painel de madeira, a divisória de drywall (2,50 x 1,45 m) serve de encosto para a cama. Ela criou um pequeno closet, do outro lado. “Do quarto, é impossível enxergar quem está se vestindo”, fala Patrícia. Nas laterais da cama, as duas arandelas ajudam na leitura.

Planta do apartamento de 68m²

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Horta em painel de madeira

“Montei um painel ripado de 4 x 2 m, que, além de sustentar as jardineiras, tornando-as mais acessíveis, ajuda a deixar o espaço menos devassado para a rua de trás”, aponta Ana, que explica ainda que as mudas necessitam de quatro horas diárias de sol e adubação mensal. “A rega não pode ser excessiva. O ideal é apenas uma vez ao dia, na parte da manhã ou no fim de tarde”, completa.

PARA FAZER IGUAL
Ganchos de aço inox penduram as jardineiras de chapa de zinco (0,55 x 0,15 x 0,15 m) no painel de cumaru maciço.
Identificados com placas de cerâmica, os temperos devem ser podados constantemente para brotar mais.

Os canteiros inferiores (1,30 x 0,30 x 0,35 m) embutem jardineiras plásticas. “A maior profundidade acomoda mudas de raízes grandes, como as pimentas”, diz a paisagista, que empregou cascas de pínus como forração.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Cores: saiba como usar os tons da moda

Há um ano, um cinza-escuro tomou as paredes antes brancas da sala de jantar de 14 m² da decoradora Christiane Laclau, sócia do arquiteto Rafael Borelli.
Por que o cinza?
Ao mesmo tempo em que tem personalidade, ele é neutro e não enjoa. Ao observar o antes e o depois, percebo que a decoração ficou mais elaborada. É um tom masculino, porém aconchegante, qualidade desejada numa sala de jantar.
Que recursos usou para não pesar o ambiente?
O rodapé alto branco equilibra e ao mesmo tempo destaca o cinza. Também é importante observar que tenho boa entrada de luz na sala, localizada à frente de uma varanda. Em espaços pequenos, recomendo versões mais claras.
Ao redor da mesa de jantar de peroba, desenhada por Christiane e Rafael, estão as cadeiras de alumínio importadas Navy, da Emeco. Os lustres são assinados pela designer dinamarquesa Cecilie Manz. Fotos de Herb Ritts. Louças da H. Stern Home.

Em vez dos tradicionais azulejos claros, um vermelho fechado veste as paredes da cozinha de 10 m² projetada pela decoradora Clarisse Reade.
Por que escolheu essa cor?
Não gosto de tons abertos, pois acabam pesando o ambiente. Como já havia madeira e granito entre os acabamentos, busquei no vermelho um complemento para aquecer e dar personalidade. Ele traz sofisticação e faz com que a cozinha não tenha apenas aquela cara funcional, mas também de ponto de encontro.
Como usar um tom forte sem pesar?
A cozinha é bastante iluminada, o que impede que fique escura e triste. Além disso, optei por elementos claros para ganhar leveza, caso das portas brancas.

O mix de cinza, azul e branco parece a combinação ideal para o descanso neste quarto de 40 m² decorado pela arquiteta Esther Giobbi.
Que sensações explorou nessa paleta?
A moradora queria um quarto romântico, mas ao mesmo tempo contemporâneo. Foi o que busquei com o cinza na parede, bem atual. Mesclado com o azul-esverdeado de acessórios, o visual transmite calma e frescor. Por sua vez, os elementos brancos ajudam, iluminando o resultado.
Com que outras cores você acha que o cinza vai bem?
Por ser neutro, pode ser usado com quase todos os tons. Particularmente, gosto bastante da combinação com cereja, branco e mostarda.

O rosa-suave busca feminilidade e delicadeza no quarto da adolescente, de 15 m². A proposta é das designers de interiores Flávia Brito e Rebeca Borin.
Como chegaram a esse rosa-claro?
Escolhemos primeiro o tecido da colcha, com uma estampa marcante. Ela determinou a procura de tons derivados mais tranquilos. Eles entram como complemento para evocar repouso e aconchego, as principais sensações que um quarto pede.
Qual o segredo para que a cor não fique enjoativa?
Para quebrar o rosa, usamos bastante branco nos acabamentos e concentramos os tons fortes apenas nos detalhes, como nas almofadas. O espelho fumê que reveste a frente dos criados-mudos também ajudou a equilibrar o resultado.
Com cabeceira de camurça, a cama da NM Estofados tem colcha com tecido da Designers Guild (Empório Beraldin). A confecção é da Kika Chic. As almofadas alternam estampas da Designers Guild e da Vitrine. Abajur da Lustreco e criado-mudo da Quartos & Etc. Mandala do Adriana e Carlota Atelier de Pinturas.

Combinação surpreendente Um teste de cores permitiu definir a paleta diversa da sala de 42 m², projeto dos designers de interiores Antonia Mendes e Ricardo Umada.
Como chegaram à combinação de três cores?
Partimos da tela listrada dos moradores para trabalhar um leque de que eles gostavam. Por ser iluminada, a sala não restringia o uso de tons como o roxo. No teste, ficamos com o violeta na parede maior, equilibrado pela leveza do verde-cítrico na viga. Para a coluna, optamos por um acinzentado neutro.
Qual o segredo para orquestrar diferentes tons?
Gostamos de liberdade no uso da cor, mas repare que as escolhas conversam. Isso porque cada nuance foi retirada do desdobramento das cores principais.

Cores sobrepostas enchem de personalidade a sala da decoradora Neza Cesar. Até os móveis foram pintados, caso da cama dos anos 1950, convertida em sofá.
Como chegou a essa cartela?
Adoro experimentar e ando apaixonada pela dupla azul e verde-militar, pintada na estrutura do sofá. Para compor o leque, fiz o estudo com peças soltas, como lenços e _ ores de tecido com esses tons, todos tendência.
Por que a mistura funciona?
Os azuis se complementam e o verde leve na parede traz frescor aos móveis de tons fortes. A sensação é de contraste, quase como um sol que entra na casa. Já os rosados do tapete e do assento do sofá vão bem com o azul.

Na parede à frente, ficam a estante com nichos para livros e o móvel de apoio para o DVD (1,60 m x 40 cm e 45 cm de altura). Ambos são de MDF com laca brilhante azul. Os móveis azuis foram feitos pelo marceneiro André Crudo. Luminária da Fas, tapete lilás da Originale, sofá de Fernando Jaeger e quadros da galeria Mônica Filgueiras. Parede em tom cinza combinando perfeitamente coma poltrona amarelo e a marcenaria azul.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

João Figueiras Lima - LELÉ

Dia 18-10-10 fui em uma palestra do mestre Lelé na FAU-USP. Então resolvi falar um pouco dele e suas obras.
Nasceu no Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 1932. Apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, passou a maior parte da vida em Brasília e em Salvador. É conhecido popularmente como Lelé. Formou-se arquiteto pela Universidade do Brasil (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ).
Entre os arquitetos da arquitetura moderna do Brasil, Lelé é o arquiteto que leva mais longe as experiências de industrialização de componentes na construção civil - sobretudo em argamassa armada -, mesmo diante das condições precárias do país. Orientado pela dimensão coletiva da arquitetura, trabalha prioritariamente para o poder público em programas de grande alcance social: edifícios residenciais, escolas, hospitais e equipamentos urbanos de saneamento e transporte.
Suas obras destacam-se pela combinação entre a exploração da industrialização na construção civil e a criação de componentes pré-fabricados em série, recurso da forma livre, freqüentemente sinuosa, herdada de seu convívio com Oscar Niemeyer (1907).
O diferencial de Lelé, porém, é o baixo custo e curto prazo. Seus projetos para a construção de edifícios – em particular hospitais – são todos com custos muitos reduzidos, aspecto relevante apenas para um raro grupo de arquitetos que, além de dominarem o ofício de criar e construir valoriza o lado social das obras.
Sua atuação na arquitetura hospitalar começou em 1964, depois de sofrer um acidente de carro. Conheceu, então, o médico e colega Aloysio Campos da Paz e pensou em projetar hospitais que dessem maior autonomia ao paciente. Essa idéia evoluiu até, em 1980, ser inaugurado em Brasília o primeiro hospital da rede Sarah, especializado na reabilitação de pessoas com problemas físico-motores.
Lelé trabalhou por muito tempo em projetos públicos arquitetônicos, porém, como seu método construtivo é rápido e de baixo custo, passou a sofrer boicotes. Hoje, o arquiteto só trabalha nos hospitais da rede Sarah.
"Sua principal qualidade é aliar a construção de prédios à formalização do elemento que compõe o próprio edifício. Ele pensa, desde a maca que será utilizada pelo paciente no hospital até na espessura da viga que sustenta o prédio. E ainda produz os materiais envolvidos nos dois processos"
Anália Amorin

Alguma de suas obras:

Projeto do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia.

Projeto do Tribunal Regional do Trabalho

Hospital Sarah em Brasília, acesso da cobertura ao lago para reabilitação pela prática de iatismo.

Passarela pr-e-fabricada.

Croqui .

As coberturas curvas são características da arquitetura de Lelé para a Rede Sarah.
Os tetos das unidades de internação, por exemplo, são constituídos por esquadria metálica e aletas móveis de policarbonato que, ao serem abertas, possibilitam a iluminação e a ventilação naturais do ambiente.

Os blocos horizontais se conectam longitudinalmente, enquanto a interface com o exterior ocorre através do suave aclive e de grandes áreas ajardinadas.

O auditório esférico e o solário atirantado são os elementos esculturais do projeto.

O grande espelho d’água ladeia o bloco de internações, resguardando o hospital de possíveis inundações resultantes da variação do nível da lagoa de Jacarepaguá.
O auditório, um volume semiesférico e inclinado, é pontuado verticalmente por uma cúpula metálica que, por meio da automatização, abre-se em gomos a fim de propiciar a entrada da luz natural no espaço interno.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

VILA VERTICAL NA CORÉIA

Parecem pequenas casas de árvore, feitas de madeira, mas, dentro destas unidades, funcionam estabelecimentos reais, como uma loja de alugar bicicletas, por exemplo. A vila vertical, batizada de Open House, reúne 20 miniconstruções e fica em Anyang, na Coreia. Dentro das casinhas são prestados diferentes tipos de serviços à comunidade. Uma delas é uma estufa, outra, um playground para crianças, outra, uma sala de aula para oficinas de reciclagem de produtos. A empreitada foi realizada pelos próprios moradores locais, que se uniram para erguer a obra, projetada pelos arquitetos da raumlaborkorea. A intenção dos profissionais é que a vila continue crescendo e que ela seja vista como uma “escultura social”. Veja as fotos:




Estranho, mas interessante!!!!!rs

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PRÉDIO EM ONDAS

Ondas foras do mar. É o que lembram estes edifícios, projetados pelos arquitetos dinamarqueses da Henning Larsen Architects, para Vejle. Conhecida justamente por sua geografia cheia de montanhas, a cidade hospeda a construção, que se integra às características da área. Os prédios têm ao todo 140 apartamentos residenciais. Por conta do projeto, batizado como The wave in Vejle, os arquitetos até já ganharam o prêmio LEAF – uma famosa premiação mundial de arquitetura – por prédio residencial do ano, em 2010. Confira as fotos abaixo:









quarta-feira, 6 de outubro de 2010

CHALÉ DE MADEIRA NA PRAIA

Escolha natural: usando um sistema pré-fabricado, a família paranaense criou um chalé de madeira de 80 m², com três quartos, churrasqueira e varanda. Aprovada pelo Ibama, a obra só durou 8 meses.
A viagem de Curitiba ao Porto de Paranaguá, no litoral paranaense, dura uma hora. Até a ilha das Peças, são mais 25 minutos de lancha.


O telhado recebeu atenção especial. “Os proprietários não gostam das típicas duas águas. Por isso, propus beirais largos e um jogo de 16 planos seguindo a planta em H”, diz Olga Bergamini. Com um sistema pré-fabricado, a construção demorou somente oito meses para ficar pronta.

Três tipos de madeira aparecem na construção: garapeira, nas paredes; muiracatiara, no assoalho; e itaúba (Madeireira Gralha Azul), no forro e no telhado. “Todas são de origem legal”, garante a arquiteta Olga Bergamini. Sofá da Estofaria Pereira e mesas e cadeiras da Artesanal.

No corredor entre a ala social e os quartos, a arquiteta Olga Bergamini alocou a cozinha – uma forma de otimizar a planta compacta. Os armários são da marcenaria Schuartz & Filhos.

Todos os cômodos têm portas de correr com telas mosquiteiras. Abertas, elas integram os ambientes no projeto de Olga Bergamini.

Guapês e guanandis, árvores nativas preservadas, guardam o caminho que leva à praia, demarcado por dormentes, mesmo material usado na cerca. A areia fica à vista, ao gosto dos donos. Projeto de Olga Bergamini.

1. Telhado. Com 60% de inclinação e 16 águas, é composto de vigamento, ripamento, manta isolante, telhas portuguesas e forro de itaúba. 2. Paredes. Cada peça de garapeira (15 x 130 x 3,50 cm) foi encaixada em montantes de 14 x 14 cm. Nas bases, a fixação se dá por meio do peso do próprio conjunto. 3. Piso interno. A casa fica suspensa do solo, apoiada em barrotes de garapeira de 14 x 14 cm. O piso de muiracatiara foi instalado por encaixe macho e fêmea. 4. Fundação. Constituída de sapatas de concreto armado. 5. Hidráulica e elétrica. Por estar suspensa, a construção concentra sob ela as instalações hidráulicas e elétricas, facilitando a manutenção. 6. Deque. A superfície de itaúba foi lixada e, posteriormente, protegida com verniz impregnante (Sparlack Cetol Deck, da Akzo Nobel).

Detalhe construtivo das paredes.

Em formato de H, o chalé possui três quartos, dois banheiros, salas, churrasqueira e lavanderia cobertas e uma varanda. A cozinha é o coração da casa.

sábado, 18 de setembro de 2010

CASA EM RAMPAS

Desenhada por Petr Hajek, Tomas Hradecná, Jan Šépka da Sepka Architects na pequena na cidade de Cernín a casa é baseada numa alternância de pavimentos como visto em rampas de acesso. Projetada para ser multifuncional, as aparentes rampas se transformam em ambiente de escritório ou até em home theater com cadeiras suspensas.

Uma casa de três andares construída em um declive a apenas 40km do centro de Praga na República Tcheca constitui um ambiente lúdico, para ninguém colocar defeito.

Talvez a funcionalidade não seja o forte do projeto, pois não há espaços íntimos, e a subida e descida dos andares deve cansar bastante, mas ninguém pode dizer que é um projeto comum. E as soluções para os armários, os quartos, sala de entretenimento e de jantar são muito legais e diferentes.

As janelas e outras aberturas laterais deixam a luz natural penetrar e iluminar todo o ambiente. Já para a isolação térmica e a impermeabilidade foram utilizados poliuretano em spray (um tipo de plástico flexível) em toda a construção e posteriormente pintado de rosa em homenagem a construção Versuchsanstalt fur Wasserbau und Schiffbau (Instituto de Engenharia Hidráulica) criada pelo arquiteto alemão Ludwig Leo.

O custo total da obra foi de US$300.000.