Quanto custou? R$ 219
Mangueira de led: foram 10 m do modelo comprado na região da 25 de março, no centro de São Paulo. R$ 7 o metro. Adesivo Super Bonder, da Loctite/ Henkel. Joli, R$ 6,04. Papel de parede: rolo de 10 x 0, 53 m, ref. 4015-4, da argentina Muresco. Só Papel de Parede e Revestimentos, R$ 80. Cola em pó para papel de parede, da Veluart (50 g). C&C, R$ 16,90. Cola branca Cascorez (1 litro). Kalunga, R$ 12,90. Pincel para tinta esmalte e a óleo. Submarino, R$ 4,90. Espátula lisa de plástico, da Tigre. Leroy Merlin, R$ 3,20. Estilete modelo SL-1, da Olfa, com sistema de bloqueio da lâmina. Kalunga, R$ 24,20.
A opção recaiu sobre um papel do tipo vinílico, que é lavável e dura até 12 anos. Se o piso for escuro, escolha cores suaves para destacá-lo. Se for claro, inverta a solução.
Dica MINHA CASA: evite estampas muito grandes, pois pode não haver espaço para o desenho se formar. Prepare a cola em pó, específica para papéis de parede: dissolva-a em água fria, misture e amasse-a com as mãos. Deixe descansar por duas horas, até que ganhe liga e dobre de tamanho. “Adicione mais água e dissolva aos poucos até obter o ponto de gel de cabelo”, ensina Camila Cardoso, da Só Papel de Parede e Revestimentos.
Meça e corte o papel com estilete, deixando uma sobra de 5 cm. Lembre-se de ter todos os recortes no mesmo sentido da estampa. Inicie a colocação pelo ponto mais alto ou mais baixo da escada. “Superfícies de granito, madeira, azulejo e textura pedem cola branca como complemento”, explica Camila. Por isso, na parte mais alta do espelho do degrau, passe uma grossa camada de cola branca. Pincele o avesso do papel com o preparado de cola em pó e posicione-o no lugar.
Com uma espátula plástica, estique o papel até vincá-lo na altura da pisada do degrau. Corte a sobra com o estilete. Use um pano umedecido para secar a cola que tiver passado para a face do papel. Aguarde a secagem por 48 a 72 horas.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
ESCADA RENOVADA
Tudo começou pela iluminação acompanhando os degraus – Isabella colou na parede uma mangueira de leds, usando adesivo instantâneo. “O resultado à noite é lindo, parece que estamos em uma sala de cinema!”, diz a moça. Então surgiu a ideia de cobrir com papel de parede os espelhos dos degraus, ou seja, a altura entre um e outro. “Como o revestimento é de granito, a aderência do papel é mais difícil do que se fosse alvenaria. Mas resolvemos investir na aplicação para deixar o cantinho de cara nova”, conta a moradora, que viu as 17 faixas ficarem prontas após quatro horas de trabalho. No dia a dia, a limpeza pede sabão neutro, esponja macia e pano úmido.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
ANTES E DEPOIS
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
São Paulo em nove cantos: lugares que refletem a cidade de 457 anos
Para Caetano Veloso em Sampa, música escrita em homenagem a São Paulo, é difícil entender a dura poesia concreta de suas esquinas. Na época em que foi feita, o compositor definiu a cidade como cinza, opressora, mas ainda assim, bela e feliz. No dia 25 de janeiro, em que São Paulo completa 457 anos, o que esta cidade representa para tantos paulistanos, nascidos aqui ou não? Na galeria de fotos abaixo, profissionais de arquitetura e design retratam sua visão sobre a metrópole ao escolherem um lugar que, para eles, melhor reflete a sua vivência na cidade.
Guto Requena, arquiteto e designer. “A Avenida Paulista é a própria manifestação do espírito da paulicéia - pulsante, vibrante, multicultural e incansável. É na Paulista que eu circulo todos os dias, já que moro e trabalho ao lado. Freqüento os cinemas, restaurantes, cafés e livrarias. Além disso, é lá que se encontram dois dos meus edifícios favoritos em São Paulo, o MASP e o Conjunto Nacional. É também na Paulista que eu visto meu roller e patino no início das madrugadas pelo menos uma vez por semana. Aliás, esse é um passeio super seguro ao contrário do que muita gente pensa. Durante meu percurso sempre cruzo com muita gente de skate, bicicleta, famílias passeando com seus cachorros... a Avenida Paulista depois das 23 horas é bem diferente daquela durante o dia!”
Jum Nakao, estilista. “Eu gosto muito da Vila Mariana porque é onde ficam localizados minha casa e o meu ateliê e também pela atmosfera de cidade do interior com muitas casas, vilinhas e velhinhos.”
Roberto Negrete, designer de interiores. “Sou estrangeiro e desde o primeiro dia me senti acolhido em São Paulo, como em poucas grandes cidades um imigrante seria. Para mim, o Vale do Anhangabaú é glorioso. Não só pela arquitetura escondida pelas multidões, mas pelo seu relevo. Essa mistura de arquiteturas e vegetação é singular e imensamente bela”.
Sérgio Fahrer, designer. “O Pavilhão Japonês, no parque do Ibirapuera, é uma ilha para contemplação no meio de São Paulo, um lugar diferente de tudo, uma viagem feita através do espaço e do tempo. Além da casa especial japonesa, do lago de carpas, do jardim no entorno, há também um pequeno museu de peças antigas do Japão. Durante a semana, neste lugar em que adoro ir, o tempo lembra ao visitante do que ele próprio é feito”.
O agente de trânsito Nilton Cunha, que adora relaxar no Parque do Ibirapuera, não abre mão de visitar museus – são 124 ao todo, segundo a Secretaria Municipal da Cultura. O preferido é o Museu da Língua Portuguesa.
“Me alegra saber que em Itaquera será construído o estádio do Corinthians”, conta o publicitário Washington Olivetto. Para ele, a construção do novo estádio pelo seu time em uma área de 197 mil m2, em Itaquera, que está cotado para sediar os jogos da Copa de 2014, é sinônimo de orgulho.
Paulo Helene, engenheiro civil. “Adoro a beleza do arco invertido de 100 m que o arquiteto Ruy Ohtake criou para o hotel Unique”.
São Paulo não dorme. Durante as 24 horas do dia é possível encontrar de cinemas a padarias abertos. “Sem contar a grande oferta cultural”, encanta-se o estudante Murilo Ortiz, fã do Memorial da América Latina.
Patrícia Martinez, arquiteta. “Adoro a Sala São Paulo pela oportunidade de ouvir ótimos concertos e regências maestrais”. A escolha da arquiteta Patrícia está ligada à beleza e lazer. O prédio, um marco da cidade, é a antiga estação de trens da Estrada de Ferro sorocabana. Ele abriga hoje o complexo cultural Júlio Prestes e é sede da maior e mais moderna sala de concertos da América Latina.
Guto Requena, arquiteto e designer. “A Avenida Paulista é a própria manifestação do espírito da paulicéia - pulsante, vibrante, multicultural e incansável. É na Paulista que eu circulo todos os dias, já que moro e trabalho ao lado. Freqüento os cinemas, restaurantes, cafés e livrarias. Além disso, é lá que se encontram dois dos meus edifícios favoritos em São Paulo, o MASP e o Conjunto Nacional. É também na Paulista que eu visto meu roller e patino no início das madrugadas pelo menos uma vez por semana. Aliás, esse é um passeio super seguro ao contrário do que muita gente pensa. Durante meu percurso sempre cruzo com muita gente de skate, bicicleta, famílias passeando com seus cachorros... a Avenida Paulista depois das 23 horas é bem diferente daquela durante o dia!”
Jum Nakao, estilista. “Eu gosto muito da Vila Mariana porque é onde ficam localizados minha casa e o meu ateliê e também pela atmosfera de cidade do interior com muitas casas, vilinhas e velhinhos.”
Roberto Negrete, designer de interiores. “Sou estrangeiro e desde o primeiro dia me senti acolhido em São Paulo, como em poucas grandes cidades um imigrante seria. Para mim, o Vale do Anhangabaú é glorioso. Não só pela arquitetura escondida pelas multidões, mas pelo seu relevo. Essa mistura de arquiteturas e vegetação é singular e imensamente bela”.
Sérgio Fahrer, designer. “O Pavilhão Japonês, no parque do Ibirapuera, é uma ilha para contemplação no meio de São Paulo, um lugar diferente de tudo, uma viagem feita através do espaço e do tempo. Além da casa especial japonesa, do lago de carpas, do jardim no entorno, há também um pequeno museu de peças antigas do Japão. Durante a semana, neste lugar em que adoro ir, o tempo lembra ao visitante do que ele próprio é feito”.
O agente de trânsito Nilton Cunha, que adora relaxar no Parque do Ibirapuera, não abre mão de visitar museus – são 124 ao todo, segundo a Secretaria Municipal da Cultura. O preferido é o Museu da Língua Portuguesa.
“Me alegra saber que em Itaquera será construído o estádio do Corinthians”, conta o publicitário Washington Olivetto. Para ele, a construção do novo estádio pelo seu time em uma área de 197 mil m2, em Itaquera, que está cotado para sediar os jogos da Copa de 2014, é sinônimo de orgulho.
Paulo Helene, engenheiro civil. “Adoro a beleza do arco invertido de 100 m que o arquiteto Ruy Ohtake criou para o hotel Unique”.
São Paulo não dorme. Durante as 24 horas do dia é possível encontrar de cinemas a padarias abertos. “Sem contar a grande oferta cultural”, encanta-se o estudante Murilo Ortiz, fã do Memorial da América Latina.
Patrícia Martinez, arquiteta. “Adoro a Sala São Paulo pela oportunidade de ouvir ótimos concertos e regências maestrais”. A escolha da arquiteta Patrícia está ligada à beleza e lazer. O prédio, um marco da cidade, é a antiga estação de trens da Estrada de Ferro sorocabana. Ele abriga hoje o complexo cultural Júlio Prestes e é sede da maior e mais moderna sala de concertos da América Latina. terça-feira, 11 de janeiro de 2011
ESTANTES
No lugar de sempre, no topo das paredes, próximas às escadas ou improvisadas: as estantes são peças-chave na decoração.
A estante é o grande chamariz desta sala, não só pelo tamanho, 4 x 3 m, mas pela ideia de embutir em meio às prateleiras um móvel antigo de farmácia, de madeira de demolição. O conjunto ganhou unidade com o acabamento em laca branca.
Fotos Marcelo Magnani / Casa & Jardim
Destaque nesta sala contemporânea em que o branco predomina, a estante é praticamente uma escultura. A peça é assinada pela arquiteta e designer Juliana Llussá.
Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
Como aproveitar a parede de maior metragem da sala, que é onde ficam as enormes janelas de vidro? Os proprietários desta casa optaram pela estante baixa revestida de fórmica. O espaço abriga livros e objetos de decoração.
Editora Globo
Esta estante dupla, assinada pela designer de interiores Simone Casalecchi, é feita de pinho canadense de demolição. Suspensas e distantes da parede, as duas estão fixadas em pequenas bases da mesma madeira, pregadas embaixo e no alto.
Editora Globo
A estante pensada especialmente para o dono deste quarto, que tem 5 anos de idade, é baixa, para que ele alcance os livros. Feito de MDF, o móvel tem acabamento de laca branca.
Codo Meletti e Marcelo Magnani / Editora Globo
O designer Estevão Toledo aproveitou o pé-direito duplo para criar esta estante estreita e alta, ao lado da escada caracol. Para dar movimento ao móvel, montou-o com nichos de diferentes tamanhos e formas.
Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
A estante das arquitetas Ana Flavia Dal Fabbro e Fernanda Mello é vazada e separa o living do home theater. A caixa da madeira itaúba é sustentada por tubos de aço fixados na laje e no piso.
Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
A estante das arquitetas Ana Flavia Dal Fabbro e Fernanda Mello é vazada e separa o living do home theater. A caixa da madeira itaúba é sustentada por tubos de aço fixados na laje e no piso.
Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
A estante tem prateleiras de inox entre espelhos. Lá, estão expostos objetos de cerâmica do morador.
Arquivo / Casa e Jardim
O que diferencia esta estante é a forma irregular com que os nichos foram dispostos e a opção de laquear apenas algumas divisórias internas. O móvel tem o desenho da arquiteta Andréa Reis e foi executado pela marcenaria Italy Móveis .
Arquivo / Casa e Jardim
Com espaço de sobra, os moradores conseguiram expor livros, porta-retratos com momentos especiais e objetos de decoração. A estante de MDF com acabamento em gofrato amarelo tem 5,30 m de largura e foi executada pela Real Design.
Arquivo / Casa e Jardim
Para remoçar a estante sem ter de pintá-la, experimente forrar os fundos de alguns nichos com tecidos. Para economizar, compre retalhos, o importante é que combinem com a decoração.
Arquivo / Casa e Jardim
O publicitário Edson Coutinho acomoda seus livros na estante Topo, design de Procter/Rihl. Ele conta com a companhia do podle tapioca.
Patrícia Cardoso / Casa e Jardim
Aqui, a estante, além de cumprir sua funcionalidade de abrigar livros, computador e objetos de decoração, é uma verdadeira peça de design. Seus nichos comportam tudo de forma organizada.
Arquivo / Casa e Jardim
A estante aproveita a altura do pé-direito e pode ser acessada por quem percorre a passarela. Sobre o piso de madeira clareada, pontos quentes de cor: no sofá de couro vintage e na poltrona italiana revestida de feltro laranja.
Studio Paterakis / Photo For Press
A estante é o grande chamariz desta sala, não só pelo tamanho, 4 x 3 m, mas pela ideia de embutir em meio às prateleiras um móvel antigo de farmácia, de madeira de demolição. O conjunto ganhou unidade com o acabamento em laca branca.Fotos Marcelo Magnani / Casa & Jardim
Destaque nesta sala contemporânea em que o branco predomina, a estante é praticamente uma escultura. A peça é assinada pela arquiteta e designer Juliana Llussá.Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
Como aproveitar a parede de maior metragem da sala, que é onde ficam as enormes janelas de vidro? Os proprietários desta casa optaram pela estante baixa revestida de fórmica. O espaço abriga livros e objetos de decoração.Editora Globo
Esta estante dupla, assinada pela designer de interiores Simone Casalecchi, é feita de pinho canadense de demolição. Suspensas e distantes da parede, as duas estão fixadas em pequenas bases da mesma madeira, pregadas embaixo e no alto.Editora Globo
A estante pensada especialmente para o dono deste quarto, que tem 5 anos de idade, é baixa, para que ele alcance os livros. Feito de MDF, o móvel tem acabamento de laca branca.Codo Meletti e Marcelo Magnani / Editora Globo
O designer Estevão Toledo aproveitou o pé-direito duplo para criar esta estante estreita e alta, ao lado da escada caracol. Para dar movimento ao móvel, montou-o com nichos de diferentes tamanhos e formas.Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
A estante das arquitetas Ana Flavia Dal Fabbro e Fernanda Mello é vazada e separa o living do home theater. A caixa da madeira itaúba é sustentada por tubos de aço fixados na laje e no piso.Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
A estante das arquitetas Ana Flavia Dal Fabbro e Fernanda Mello é vazada e separa o living do home theater. A caixa da madeira itaúba é sustentada por tubos de aço fixados na laje e no piso.Codo Meletti e Marcelo Magnani / Casa e Jardim
A estante tem prateleiras de inox entre espelhos. Lá, estão expostos objetos de cerâmica do morador.Arquivo / Casa e Jardim
O que diferencia esta estante é a forma irregular com que os nichos foram dispostos e a opção de laquear apenas algumas divisórias internas. O móvel tem o desenho da arquiteta Andréa Reis e foi executado pela marcenaria Italy Móveis .Arquivo / Casa e Jardim
Com espaço de sobra, os moradores conseguiram expor livros, porta-retratos com momentos especiais e objetos de decoração. A estante de MDF com acabamento em gofrato amarelo tem 5,30 m de largura e foi executada pela Real Design.Arquivo / Casa e Jardim
Para remoçar a estante sem ter de pintá-la, experimente forrar os fundos de alguns nichos com tecidos. Para economizar, compre retalhos, o importante é que combinem com a decoração.Arquivo / Casa e Jardim
O publicitário Edson Coutinho acomoda seus livros na estante Topo, design de Procter/Rihl. Ele conta com a companhia do podle tapioca.Patrícia Cardoso / Casa e Jardim
Aqui, a estante, além de cumprir sua funcionalidade de abrigar livros, computador e objetos de decoração, é uma verdadeira peça de design. Seus nichos comportam tudo de forma organizada.Arquivo / Casa e Jardim
A estante aproveita a altura do pé-direito e pode ser acessada por quem percorre a passarela. Sobre o piso de madeira clareada, pontos quentes de cor: no sofá de couro vintage e na poltrona italiana revestida de feltro laranja.Studio Paterakis / Photo For Press
domingo, 9 de janeiro de 2011
Casa sai de uma mostra de arquitetura para o terreno à beira-mar
A rotina agitada atual sugere abrir mão de áreas supérfluas e estáticas em nome de ambientes compactos e versáteis. Exatamente o que fez o arquiteto paranaense Abreu Jr. ao desenhar esta casa. Curador de uma mostra de arquitetura em Florianópolis, onde mora há duas décadas, ele lançou uma pergunta a si mesmo e aos demais participantes do evento, realizado dois anos atrás: “De quanto espaço uma pessoa realmente precisa para viver com conforto?” Somando sala de estar/quarto (reunidos num mesmo local), cozinha, banheiro e home office, Abreu concluiu que 50 m² eram suficientes e deu forma a um protótipo multifuncional de aço, madeira e vidro. Mais tarde, comprovou a viabilidade da aposta: após o encerramento da exposição, levou a moradia da ficção para o mundo real, onde a adotou como seu refúgio de fim de semana. Satisfeito, ele não sente falta de um metro sequer a mais.
O conceito de espaço flexível foi levado a sério: veja como a sala de estar se modifica conforme o Sol se põe. Durante o dia dois pufes fazem as vezes de sofá. Outro exemplo de dupla função reside na mesa de refeições, transformada em bancada de trabalho.
A opção por uma estrutura desmontável excluiu a alvenaria. No cubo de 3 x 3 m reúne home theater. Nos pontos por onde passam fios e canos, elas são duplas, com 5 cm entre as chapas.
Numa mesma peça, as paredes são painéis de MDF com 20 mm de espessura e revestimento melamínico (Móveis Vogue).
Vidros temperados 20 mm (Personal Glass) fecham a construção. Cada um mede 0,50 x 2,10 m, embora o projeto previsse peças com 2,50 m de altura, medida do pé-direito. “O fornecedor não garantia a integridade de chapas tão grandes”, explica o arquiteto, que usou uma cinta metálica de 40 cm para preencher o vão até o teto. Um sistema especial de ferragens permite recolher e alinhar os painéis de um lado só. O transporte exige embalá-los um a um com plástico bolha e enfileirá-los – empilhados, eles poderiam quebrar
À noite, os estofados são dispostos lado a lado e compõem uma cama. Quando vira quarto o ambiente conquista privacidade com persianas vinílicas do tipo rolô, fechadas por controle remoto (Luxaflex, fornecidas pela Carlos Machado).
O conceito de espaço flexível foi levado a sério: veja como a sala de estar se modifica conforme o Sol se põe. Durante o dia dois pufes fazem as vezes de sofá. Outro exemplo de dupla função reside na mesa de refeições, transformada em bancada de trabalho.
Na mostra, a casa ficava 1 m acima do solo, medida elevada para 2,50 m no litoral. Sem essa extensão, não seria possível ver o mar, por isso os pilares de aço foram apoiados em bases de concreto.
A estrutura metálica resiste à maresia graças a uma tinta especial usada no casco de navios (Inter Coatings). Brises de pínus autoclavado (Ecopine) amenizam a claridade excessiva.
A versão executada para o evento consumiu 30 dias, prazo duplicado na montagem posterior. Contribuíram para isso a preparação das fundações (sapatas isoladas de concreto), a pintura de pilares e vigas e as chuvas do período.
A estrutura metálica, que havia sido cortada nos pontos de solda, teve a ligação refeita e recebeu a cobertura (um sanduíche de alumínio e poliuretano, da Thermocolor). Depois, bastou envidraçar as laterais e aprontar o interior.

Com a suspensão da estrutura 2,50 m acima do terreno, sobrou espaço para uma garagem no subsolo. A caixa-d’água, com capacidade para 1 000 litros, fica acima do cubo que centraliza as instalações hidráulicas. Maleável, a área interna é ora compacta, ora ampla, conforme a abertura dos painéis envidraçados que a conecta ao exterior.
Uma passarela também de pínus autoclavado (Madeireira Florianópolis) atravessa a restinga e vence os 100 m de distância até a beira da praia. Quando a pedida é fazer do mar apenas cartão-postal para admirar no horizonte, vale usar a varanda como área de descanso – deitado na espreguiçadeira ou imerso no ofurô.
O conceito de espaço flexível foi levado a sério: veja como a sala de estar se modifica conforme o Sol se põe. Durante o dia dois pufes fazem as vezes de sofá. Outro exemplo de dupla função reside na mesa de refeições, transformada em bancada de trabalho.
A opção por uma estrutura desmontável excluiu a alvenaria. No cubo de 3 x 3 m reúne home theater. Nos pontos por onde passam fios e canos, elas são duplas, com 5 cm entre as chapas.
Numa mesma peça, as paredes são painéis de MDF com 20 mm de espessura e revestimento melamínico (Móveis Vogue).
Vidros temperados 20 mm (Personal Glass) fecham a construção. Cada um mede 0,50 x 2,10 m, embora o projeto previsse peças com 2,50 m de altura, medida do pé-direito. “O fornecedor não garantia a integridade de chapas tão grandes”, explica o arquiteto, que usou uma cinta metálica de 40 cm para preencher o vão até o teto. Um sistema especial de ferragens permite recolher e alinhar os painéis de um lado só. O transporte exige embalá-los um a um com plástico bolha e enfileirá-los – empilhados, eles poderiam quebrar
À noite, os estofados são dispostos lado a lado e compõem uma cama. Quando vira quarto o ambiente conquista privacidade com persianas vinílicas do tipo rolô, fechadas por controle remoto (Luxaflex, fornecidas pela Carlos Machado).
O conceito de espaço flexível foi levado a sério: veja como a sala de estar se modifica conforme o Sol se põe. Durante o dia dois pufes fazem as vezes de sofá. Outro exemplo de dupla função reside na mesa de refeições, transformada em bancada de trabalho.
Na mostra, a casa ficava 1 m acima do solo, medida elevada para 2,50 m no litoral. Sem essa extensão, não seria possível ver o mar, por isso os pilares de aço foram apoiados em bases de concreto.A estrutura metálica resiste à maresia graças a uma tinta especial usada no casco de navios (Inter Coatings). Brises de pínus autoclavado (Ecopine) amenizam a claridade excessiva.
A versão executada para o evento consumiu 30 dias, prazo duplicado na montagem posterior. Contribuíram para isso a preparação das fundações (sapatas isoladas de concreto), a pintura de pilares e vigas e as chuvas do período.A estrutura metálica, que havia sido cortada nos pontos de solda, teve a ligação refeita e recebeu a cobertura (um sanduíche de alumínio e poliuretano, da Thermocolor). Depois, bastou envidraçar as laterais e aprontar o interior.

Com a suspensão da estrutura 2,50 m acima do terreno, sobrou espaço para uma garagem no subsolo. A caixa-d’água, com capacidade para 1 000 litros, fica acima do cubo que centraliza as instalações hidráulicas. Maleável, a área interna é ora compacta, ora ampla, conforme a abertura dos painéis envidraçados que a conecta ao exterior.
Uma passarela também de pínus autoclavado (Madeireira Florianópolis) atravessa a restinga e vence os 100 m de distância até a beira da praia. Quando a pedida é fazer do mar apenas cartão-postal para admirar no horizonte, vale usar a varanda como área de descanso – deitado na espreguiçadeira ou imerso no ofurô. quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
FELIZ 2011 !!!!!!!
Patchwork inusitado
Azulejos desenhados deram outra cara ao banheiro do arquiteto Thiago Passos. “eles foram aplicados como em um grande patchwork”, conta. estes são do Cemitério dos azulejos, mas dá para fazer o mesmo com peças desemparelhadas que sobraram de antigas obras ou, quem sabe, do piso da cozinha. a bancada e o piso de concreto são neutros, não interferem no visual da área.
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